Os quatro cemitérios administrados pela Prefeitura de Guarulhos – Necrópole do Campo Santo, na Vila Rio de Janeiro, São Judas Tadeu, no Picanço, São João Batista, no Centro, e Nossa Senhora de Bonsucesso – receberam operação especial de limpeza de possíveis focos do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue, do zika vírus e da chikungunya.

Durante todo o dia equipes de servidores do Departamento de Serviços Funerários recolheram vasos e outros objetos capazes de acumular água e preencheram com areia os adornos fixos nas sepulturas.

“A colaboração da população é fundamental no combate à dengue. Por isso, além dessa operação especial, pedimos que as pessoas que visitarem seus entes queridos colaborem com o combate ao mosquito não deixando nos cemitérios qualquer tipo de recipiente que possa acumular água”, afirma o prefeito Guti.

10 dicas para combater o mosquito da dengue

  1. O Aedes aegypti é um mosquito que se reproduz em qualquer recipiente artificial ou natural que contenha água parada. O mosquito é mais ativo no início da manhã e ao anoitecer, fazendo com que esses sejam os períodos de maior risco de picadas e aos quais o munícipe deve estar mais atento.
  2. O mosquito pode completar seu ciclo de vida, do ovo ao adulto, entre sete e dez dias. Os mosquitos adultos geralmente vivem de quatro a seis semanas. A fêmea do Aedes aegypti é responsável pela transmissão de doenças porque necessita de sangue humano para o desenvolvimento de seus ovos e para o funcionamento do seu metabolismo. Por isso, é fundamental passar repelente em adultos e crianças.
  3. O Aedes aegypti prefere colocar seus ovos em recipientes artificiais contendo água (principalmente tambores, barris e pneus) dentro e ao redor de casas, escolas e locais de trabalho. Os ovos podem resistir a condições ambientais secas por mais de um ano: na verdade, esta é uma das estratégias mais importantes que a espécie emprega para sobreviver e se espalhar.
  4. Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte.
  5. Existem quatro sorotipos de vírus para dengue, portanto é possível contrair a doença mais de uma vez. A infecção com um sorotipo seguida por outra infecção com um sorotipo diferente aumenta o risco de dengue grave e até de morte.
  6. Não existe tratamento específico para a dengue. No entanto, a suspeita precoce e o manejo adequado reduzem as taxas de mortalidade.
  7. A prevenção e o controle da dengue dependem de medidas efetivas de controle de vetores, ou seja, combater o mosquito.
  8. Fique atento a sinais de alarme: dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, hipotensão postural, letargia e/ou irritabilidade e sangramentos.
  9. A vacina contra a dengue entra no Calendário Nacional de Vacinação neste ano.
  10. Você pode e deve fazer a sua parte por meio de uso de telas nas portas e janelas, remoção de recipientes nos domicílios que possam se transformar em criadouros de mosquitos, vedação dos reservatórios e caixas d´água, desobstrução de calhas, lajes e ralos.
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