1. Internet de comportamentos
    A internet de comportamentos (IoB ou Internet of Behaviors ) é uma tecnologia que capta e analisa o comportamento dos usuários no ambiente digital. Essas são informações que as pessoas geram no seu dia a dia ao navegar por sites, fazer compras, cadastros, assistir vídeos e tudo o que se relaciona à sua vida digital.

De posse dessas informações, as empresas podem usar os dados para traçar um perfil do consumidor, e pensar em estratégias para influenciá-los de forma estratégica. Essa tecnologia também faz uso do Big Data, que é uma área do conhecimento que estuda como fazer a captura, analisar e obter dados a partir de uma série de informações a serem verificadas.

  1. Nuvem distribuída
    De acordo com o relatório do Gartner, entre 75% e 90% das informações devem ser geradas no ambiente externo aos centros de armazenamento tradicionais e das nuvens individuais, o que também engloba a computação em nuvem distribuída, que é uma grande tendência no mundo atual. Os serviços de nuvem são os responsáveis por distribuir dados por locais físicos distintos. Contudo, toda a operação, gerenciamento de dados e evolução dessas informações ficam sob a guarda do provedor de nuvem pública.

O objetivo é agilizar a comunicação e globalizá-la, ao mesmo tempo em que ela se torna responsiva em lugares específicos. Com isso, essa tecnologia proporciona um ambiente mais rápido para cenários de baixa latência, ao mesmo tempo em que diminui os gastos com dados e colabora para que essas informações sejam armazenadas de acordo com a legislação em áreas geográficas específicas. 

  1. Malha de segurança cibernética
    A malha de segurança cibernética é uma das novidades tecnológicas responsáveis por distribuir os dados de forma que eles possam ser controlados pela segurança cibernética escalável, confiável e flexível. Assim, de acordo com o conceito de malha de segurança cibernética, é possível que qualquer indivíduo tenha acesso a ativos digitais com segurança, não importando o local ou o ativo utilizado.

Assim, de acordo com a evolução das operações, a malha de segurança se torna um facilitador para assegurar o acesso e a utilização segura de ferramentas pautadas em computação em nuvem e informações distribuídas de dispositivos não monitorados.

  1. Blockchain
    Com o aumento das compras online em todo o mundo, a segurança nos ambientes online é uma preocupação constante, o que também se estende a operações bancárias e dados pessoais fornecidos.

Assim, a tecnologia é uma ferramenta utilizada para afastar o risco de fraudes e também evitar que informações confidenciais sejam cruzadas de maneira indevida. É nesse cenário que o blockchain se apresenta como um recurso tecnológico valioso.

Contudo, a máxima eficiência do blockchain ainda é uma realidade futura, já que as tecnologias relacionadas a ele ainda estão sendo aperfeiçoadas. No entanto, o blockchain certamente potencializará a segurança dos dados nos próximos anos.

  1. Hiperautomação
    A hiperautomação é uma tecnologia que torna possível fazer a identificação e orientação dos negócios, assim sendo possível examinar, identificar e automatizar com grande rapidez um elevado número de processos envolvendo a tecnologia da informação. A partir disso, pode-se escalar a operação remota dos modelos empresariais. De forma resumida, a hiperautomação trabalha com a combinação da inteligência artificial (AI) e da automação robótica dos processos (RPA) para otimizar a tomada de decisão.

São diversas as plataformas de hiperautomação e elas podem ser usadas aliadas às tecnologias empresariais para que as corporações tenham condições de melhorar seus negócios, aumentando o desempenho e reduzindo gastos.

  1. Inteligência Artificial (IA)
    A Inteligência Artificial (IA) já foi algo muito distante, presente apenas nos filmes de ficção científica, mas hoje já faz parte do cotidiano de muitas empresas, sendo utilizadas de variadas maneiras, em especial, para as tomadas de decisão. As empresas que já adotam essa tecnologia para automatizar os seus processos conseguem melhores resultados operacionais e estratégicos, ao mesmo tempo em que elevam a experiência de seus consumidores.

Ainda de acordo com o estudo da Gartner já citado anteriormente, essa tecnologia será amplamente usada pelas empresas que passarão a compensar as iniciativas digitais até 2025 em busca de mais diferenciais competitivos para os negócios.

  1. Realidade aumentada
    A realidade aumentada (RA) nada mais é do que uma “sobreposição” visual ou de áudio. Na realidade física essa tecnologia faz uso de dados digitais que passam a ser contextualizados para expandir a visão da pessoa sobre o mundo real.

E como isso pode ajudar as empresas? Veja bem, além de poder oferecer uma melhor experiência para os consumidores da marca, a RA pode ajudar funcionários de depósitos a executar pedidos com precisão, profissionais de manutenção elétrica a fazer reparos, fabricantes de aviões a montar aeronaves.

Enfim, as possibilidades de uso são enormes. A RA trabalha levando dados ao local de ação dos usuários, de forma transparente, o que também pode proporcionar uma maior segurança para as ações praticadas. Nesse cenário, a combinação entre os mundos físicos e virtuais abre um campo imenso para as companhias explorarem seus negócios.

Assim, para o futuro as novidades tecnológicas tendem a se aperfeiçoar, contribuindo de maneira efetiva para soluções que venham a colaborar para o dia a dia de empresas e pessoas, ao mesmo tempo em que tornam mais ágeis e acessíveis processos e produtos que antes eram quase que inalcançável, a exemplo dos smartphones, por exemplo. Além disso, as melhores experiências para os usuários proporcionadas pela tecnologia ainda são capazes de agregar mais valor para os serviços e produtos das empresas que as adotam.

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