A Receita Federal apreendeu aproximadamente 116 quilos de cocaína no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, durante uma ação da Operação Sufoco. A ocorrência foi registrada na noite de 22 de setembro de 2026, quando equipes localizaram três malas deixadas nas proximidades de uma aeronave.
De acordo com informações divulgadas pela Receita Federal, o voo tinha como destino Joanesburgo, na África do Sul. A carga estava distribuída entre as três malas e foi identificada durante procedimentos de controle aduaneiro e o monitoramento de movimentações consideradas suspeitas na área aeroportuária.
Apreensão ocorreu durante a Operação Sufoco
A ação foi realizada pela Alfândega da Receita Federal no aeroporto, que fica em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo. A estimativa do órgão é de que o material apreendido tivesse valor aproximado de R$ 5,8 milhões. A divulgação oficial do caso ocorreu em 24 de setembro de 2026.
As informações publicadas não apontam a identificação de responsáveis pelas malas nem mencionam prisões relacionadas à ocorrência. Por isso, o caso é apresentado a partir da atuação da fiscalização aduaneira e da localização da droga no terminal, sem atribuir a pessoas específicas a propriedade ou o transporte do material.
A Receita Federal informou ainda que as apreensões realizadas pela Alfândega do aeroporto ultrapassaram 180 quilos de drogas desde 21 de agosto de 2026. O dado inclui as ações realizadas no período dentro da operação, mas a comunicação oficial não detalha, na pauta divulgada, a divisão por tipo de entorpecente ou por ocorrência.
Malas seriam encaminhadas para a África do Sul
O destino internacional previsto para a carga é um dos elementos centrais da ocorrência. As três malas estavam próximas de uma aeronave que faria o trajeto até Joanesburgo, cidade sul-africana. A apreensão interrompeu o encaminhamento do material antes da partida do voo, conforme o relato divulgado pelo órgão federal.
O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, concentra operações de passageiros e voos internacionais e, por isso, conta com procedimentos de fiscalização sobre bagagens e movimentações nas áreas sob controle aduaneiro. No caso divulgado, a identificação das malas ocorreu a partir do trabalho de monitoramento realizado pelas equipes da Receita Federal no terminal.
A operação também reforça a importância da fiscalização em um aeroporto localizado no município de Guarulhos e conectado a rotas internacionais. A atuação aduaneira permite verificar situações identificadas durante o fluxo aeroportuário, especialmente quando há indícios que justificam uma inspeção mais detalhada.
Investigação deverá seguir com autoridades competentes
A apreensão do material representa a retirada de uma carga de grande volume do fluxo internacional, mas a comunicação da Receita Federal não apresenta informações sobre a eventual identificação dos envolvidos ou sobre as próximas etapas da investigação. Também não foram divulgados detalhes adicionais sobre passageiros, funcionários ou proprietários das malas.
O registro da ocorrência ocorreu em 22 de setembro, enquanto a notícia foi publicada pelo órgão dois dias depois. Até o momento descrito na fonte oficial, os dados confirmados são a quantidade aproximada de cocaína, o número de malas, o destino do voo, o valor estimado da carga e a vinculação da ação à Operação Sufoco.
Com a apreensão, a Receita Federal mantém o foco no controle de bagagens e na prevenção do envio de drogas por rotas internacionais a partir do aeroporto de Guarulhos. A ocorrência se soma às demais ações realizadas pela Alfândega do terminal desde 21 de agosto, período em que o órgão informou ter retirado mais de 180 quilos de drogas de circulação.
